maio 25, 2017

Venezuela: o colapso

En 1970, Venezuela tenía las políticas más aproximadas a un libre mercado en Sudamérica y era la nación más rica en términos de PIB per cápita. Notablemente, Venezuela era más pobre en 2014, los datos más recientes, que en 1970. Durante el mismo periodo, el PIB per cápita global se ha más que duplicado. Algunos culpan al petróleo de las desgracias de Venezuela, pero en 1970, un barril de petróleo costaba $20 en dólares corrientes versus los cerca de $100 que costaba en gran parte de 2014. Incluso hoy, siendo Venezuela un desastre económico y humanitario, los precios del petróleo en términos reales duplican aquellos de 1970. Entonces, ¿qué sucedió? - 

....

....
En la mañana, tres recién nacidos ya estaban muertos. El día había empezado con los peligros usuales: escasez crónica de antibióticos, soluciones intravenosas, incluso alimentos. El apagón afectó a toda la ciudad, apagando los respiradores en la sección de maternidad. Los doctores continuaron ayudando a los infantes vivos bombeando aire a sus pulmones con las manos durante horas. En la noche, cuatro recién nacidos más habían muerto...La crisis económica en este país ha derivado en una emergencia pública de salud, costando las vidas de innumerables venezolanos. -  Nicholas Casey 

Até o violino deste músico foi destroçado pelos bolivarianos
 

Sem possibilidades de competir


O avanço das falácias do multi-culturalismo, ou seja islamização forçada, cobra cada vez mais vítimas. A nossa cultura, os nossos valores, as nossas raízes estão a ser dissolvidas por dentro (traidores) e por fora (oportunistas chamados pelos primeiros). Até a nossa História já os políticos retiraram dos programas escolares: foi substituída pela cultura do aborto, do homossexualismo, da libertinagem de todo o tipo e de um infindável número de taras que mereciam tratamento psiquiátrico e não propaganda televisiva.

O comum Ocidental odeia-se a si próprio e não sabe: não encontra nada para sentir orgulho. Existem apenas motivos para se sentir miserável, culpado, desgraçado e carrega um fardo que o afunda na mais profunda fossa abissal da decadência.

Já examinei vários curriculum de pessoas com cursos superiores provenientes de países islâmicos. Desde logo uma coisa chocante: na filiação não aparece o nome da mãe (apenas o nome do pai). Depois, ao longo de três anos de ensino superior, frequentam unidades curriculares obrigatórias de Cultura Islâmica.

Assim não podemos competir ... seremos absorvidos: seremos cordeiros num matadouro.

maio 24, 2017

Aí vai mais um

O habitual circo depois de animal corânico, conhecedor profundo e entusiasta do islão, matar indiscriminadamente. Vítimas esquecidas e abandonadas, atenções e preocupações voltadas para as "comunidades" que produzem os assassinos.

A cada atentado mais um avanço das autoridades contra a liberdade de expressão; a cada atentado mais medo incutido pelos terroristas e por quem nos devia proteger; a cada morte terrorista mais uma sensação de abandono e traição; a cada acto de terror mais humilhação para o cidadão confuso e amordaçado; a cada tragédia outra maior sempre no horizonte; a cada protesto das vítimas uma nova algema para elas.

A cada atentado a causa dos terroristas ganha e por isso não terão fim ... até um dia!

maio 23, 2017

A corja podemita


Este era o ideólogo das políticas venezuelanas: reage com agressões quando lhe perguntam pela obra feita. Recebeu dinheiro da boliburguesia que agora faz falta para alimentar os venezuelanos.




E como se desmonta o especulador de vivendas adquiridas em programas sociais!


É agora ... que sai um Aylan?

... depois de tanta criança assassinada em Manchester é agora que o jornalismo de "causas" vai criar um menino "Aylan". Mas se calhar não ... é branco, racista, xenófobo!

As crianças europeias são lixo para a comunicação social e um incómodo para o planeta: antes defender cães, gatos, tartarugas e periquitos.

Ontem, hoje e amanhã


maio 22, 2017

Pray for Arena Manchester

Manchester Arena 'explosions': Two loud bangs heard at Ariana Grande gig as police confirm fatalities and several injured

Altura de usar o poder da flor e do amor para vencer o ódio

Para homens de boa vontade e mulheres honestas: The Red Pill


Frouxos

Desculpem o mau jeito, mas num ponto Nietzsche tinha razão: os cristãos são frouxos. Crônica e irremediavelmente frouxos. Durante cinco séculos os muçulmanos foram invadindo país atrás de país, tomando meia Europa e chegando às portas de Roma com a intenção de derrubar o Papado. A cristandade reagiu com tentativas anárquicas de tomar UMA SÓ CIDADE — Jerusalém — e nem sequer chegou a pensar em invadir a Meca para acabar com o islamismo. Os cristãos de vários países assistiram de camarote à Revolução Francesa, não deram uma ajudinha sequer aos rebeldes católicos da Vendéia e só se juntaram depois, contra Napoleão, justamente o sujeito que, de boa ou má vontade, havia salvado da extinção o catolicismo francês. Na Guerra Civil Espanhola, não fizeram pelos combatentes católicos um milésimo do que a esquerda mundial fez pelos comunistas. Na II Guerra só conseguiram derrotar o nazismo deixando a maior parte do serviço para os comunistas, ante os quais depois se prosternaram vergonhosamente. 
Que gente é essa, meu Deus?
*
Cristãos valentes, que eu saiba, só houve em Portugal, na Espanha, na Hungria e na Polônia. No resto do mundo, uma multidão de boiolas.

maio 21, 2017

Catita