outubro 29, 2012

Pão ... por Deus

  • Uma criança de 5 anos à mercê de pais que não pagam as suas mensalidades na Escola.
  • Uma mãe sobe uma escadas com dois filhos pequeninos pela mão. Vítima de violência doméstica e na pobreza busca uma ração para ela e para os filhos.
  • Umas mulheres vendem o corpo à beira da Rua para sustentarem os filhos jogando roleta russa com a SIDA, doenças venéreas e tarados.
Esta é a história de uma decadência moral que Maio de 68 trouxe à sociedade e a Revolução dos Cravos instalou em Portugal. A libertação, a emancipação, o divórcio na hora, a educação sexual e outras histórias de encantar levou a que as princesas inacessíveis, pelas quais valia a pena lutar e encantar, desaparecessem numa carruagem mágica.

Elas não teriam tanta liberdade quanto eles, mas elas escolhiam o seu príncipe e distinguiam o príncipe vilão do príncipe que estendia galhardamente a mão. Eles valorizavam e mimavam a sua princesa depois de a levar ao altar: sabiam que era única. Descobriam-se e partilhavam tudo. Partilhavam o amor e a prole valorizando-se mutuamente.

Agora elas entregam-se no meio de uma bebedeira, de uma "ganza" e de um passeio de automóvel. Eles apreciam, fazem o mesmo mas não se comprometem. Para quê avançar para algo sério se tudo é a brincar, não há nada a descobrir e a construir? O resultado é o desinteresse do macho pela prole e pela mulher, a pobreza da mulher e dos filhos, os filhos que não vão à escola e não conseguem aproveitamento, a queda na droga facilitada e a criminalidade nas novas gerações acentuada .. um futuro negro. E tudo isto a troca de quê?

Há culpados!


1 comentário:

Eduardo Freitas disse...

Não têm o exclusivo mas Habermas, Adorno e Marcuse, ou seja, a Escola de Frankfurt, estão à cabeça.